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Práticas da Escandinávia têm demonstrado ser vantajosas e valiosas para diversas culturas ao redor do globo.

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Entre essas práticas estão as renomadas saunas, os brinquedos Lego e as elegantes louças dinamarquesas.

Recentemente, uma técnica de sono originária da Escandinávia começou a atrair atenção nas redes sociais, despertando o interesse de muitos em melhorar a qualidade do sono.

Essa técnica, que é tanto simples quanto eficaz, envolve duas pessoas compartilhando a mesma cama, mas com cobertores separados.

Cada indivíduo utiliza seu próprio edredom.

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Esse método é comum em vários países europeus.

Por exemplo, em Paris, é comum encontrar hotéis que oferecem lençóis e cobertores individuais para cada hóspede.

Mas será que essa abordagem realmente é eficaz?

Ela facilita a arrumação da cama?

Para responder a essas questões, convidamos cinco casais para experimentar o método durante uma semana, usando edredons separados.

A seguir, apresentamos os resultados e as opiniões de cada casal sobre a experiência.

Teste 1: Diferenças na Temperatura Corporal

Modelo Habitual

Uma cama queen-size confortável, ideal para compartilhar um lençol, cobertor e edredom com um parceiro. No entanto, essa configuração nem sempre atende às necessidades individuais de temperatura.

Algumas pessoas sentem mais frio à noite e precisam de mais camadas para se aquecer, enquanto outras preferem dormir com menos cobertas para evitar o superaquecimento.

Esse descompasso térmico pode gerar desconforto, interrupções no sono e até pequenos desentendimentos entre o casal.

A temperatura do ambiente e o tipo de tecido das roupas de cama também influenciam no nível de conforto de cada indivíduo, tornando o compartilhamento das cobertas um desafio.

Problemas Encontrados

O marido do primeiro casal reclamou que a esposa frequentemente pegava as cobertas, enquanto ela indicou que ambos possuem diferentes necessidades térmicas. Esse problema é comum entre casais e pode levar a um sono de baixa qualidade para um ou ambos os parceiros.

O marido relatou que frequentemente acordava descoberto e com frio, enquanto a esposa se sentia confortável.

Por outro lado, quando ele tentava puxar o edredom de volta, ela acordava com frio e desconfortável.

Esse ciclo de interrupções causava fadiga e irritabilidade ao longo do dia. Além disso, a temperatura do quarto e a estação do ano intensificavam o problema.

Experiência e Avaliação

Durante o teste, o casal utilizou edredons separados e notou uma melhoria significativa na qualidade do sono. A solução de usar cobertores individuais permitiu que cada um ajustasse sua temperatura conforme sua necessidade, sem interferir no conforto do parceiro.

A esposa pôde continuar dormindo com um edredom mais quente, enquanto o marido optou por um mais leve, garantindo uma noite de sono mais tranquila para ambos. “A qualidade do sono e o conforto também aumentaram”, afirmou a esposa, ressaltando a importância de encontrar soluções para o bem-estar noturno.

No entanto, eles mencionaram que a falta de espaço para armazenar roupas de cama extras foi uma desvantagem. Apesar disso, considerariam usar o método novamente, especialmente se encontrassem uma oferta de edredons que atendessem às suas necessidades sem comprometer a organização do quarto.

Teste 2: Diferenças nos Horários de Sono

Modelo Habitual

Cama queen-size, com lençol e uma coberta compartilhados.

Problemas Encontrados

Os horários de sono do casal são distintos, com um dos cônjuges frequentemente acordando para cuidar do filho pequeno, o que interrompe o sono do outro.

Além disso, há disputas sobre a divisão das cobertas, com um dos parceiros sendo acusado de monopolizar o cobertor.

Experiência e Avaliação

Durante o teste, eles utilizaram cobertas separadas. Apesar das diferenças nas preferências de textura e temperatura, a experiência foi positiva.

“Cada um com seu próprio espaço garantiu noites mais tranquilas”, disse a esposa satisfeita.

Eles decidiram adotar permanentemente esse formato, apreciando a melhoria na qualidade do sono.

Teste 3: Sono Suave e Roubo de Cobertores

Modelo Habitual

O casal dorme em uma cama queen-size, utilizando um lençol e um edredom compartilhados. Esse arranjo foi adotado desde o início do relacionamento, seguindo um hábito comum em muitas casas.

A configuração permite proximidade durante o sono, mas também pode causar desconforto caso um dos parceiros tenha hábitos noturnos distintos.

A ideia de compartilhar a mesma coberta reforça a sensação de intimidade, mas pode não ser a melhor escolha para quem tem necessidades térmicas e padrões de sono diferentes.

Problemas Encontrados

A esposa possui sono leve e é facilmente perturbada pelos movimentos do marido, especialmente quando ele se vira ou ajusta a posição. Pequenos movimentos podem causar despertares frequentes, prejudicando a qualidade do descanso.

Além disso, ela frequentemente acorda sentindo frio, pois seu marido, mesmo sem perceber, puxa as cobertas para o lado dele durante a noite. Essa situação resulta em desconforto e frustração, tornando as noites menos reparadoras.

A disputa inconsciente pelas cobertas pode até gerar discussões ocasionais, afetando a harmonia do casal. O problema se agrava em noites mais frias, quando a necessidade de manter-se aquecido se torna mais evidente.

Experiência e Avaliação

Para tentar solucionar o problema, o casal optou por utilizar edredons separados, garantindo que cada um tivesse seu próprio cobertor.

A mudança trouxe benefícios imediatos para a esposa, pois os movimentos do marido deixaram de ser um incômodo constante.

Ela passou a ter menos despertares durante a noite, o que melhorou sua qualidade de sono.

No entanto, novos desafios surgiram. A sobreposição dos edredons gerava calor excessivo, tornando as noites desconfortáveis, principalmente nas estações mais quentes.

Além disso, a estética do quarto foi um fator considerado pelo casal, pois a cama arrumada com dois edredons separados não agradava tanto visualmente.

Após um período de teste, decidiram retornar ao modelo original, buscando um equilíbrio entre conforto e praticidade.

Teste 4: Preferências Divergentes de Cobertores

Modelo Habitual

Cama king-size com um lençol, cobertor e edredom compartilhados.

Problemas Encontrados

A esposa prefere cobertores ajustados ao corpo, enquanto o marido prefere mais liberdade, resultando em uma distribuição desigual das cobertas.

Experiência e Avaliação

Com os edredons individuais, o problema de roubo de cobertores foi resolvido.

“É um meio-termo entre a liberdade de camas separadas e o arranjo tradicional”, comentou o marido.

No entanto, ele ainda teve dificuldades em manter suas cobertas organizadas.

Apesar disso, a qualidade do sono melhorou e o casal considera continuar com o método no futuro.

Teste 5: Conforto Térmico e Preferências Individuais

Modelo Habitual

Cama queen-size com lençol, cobertor e edredom compartilhados.

Problemas Encontrados

A esposa prefere um ambiente de sono mais fresco, enquanto o marido sente mais frio e precisa de cobertas adicionais.

Experiência e Avaliação

O casal começou a usar edredons separados, mas sentiram falta de um lençol compartilhado. Após uma semana, voltaram ao lençol de casal.

Embora tenham tido uma boa noite de sono, não perceberam uma grande diferença na qualidade do sono.

Eles preferem manter o arranjo de cobertas compartilhadas, considerando que o método escandinavo pode ser útil apenas em viagens.

Conclusão

O método escandinavo de usar cobertores individuais mostrou-se eficaz para alguns casais, especialmente aqueles com diferentes necessidades térmicas ou problemas de sono relacionados a movimentos e horários distintos.

Embora não seja uma solução universal, o método pode ser uma alternativa válida para melhorar a qualidade do sono e reduzir conflitos noturnos.

Dada a simplicidade da técnica, vale a pena experimentar e ajustar conforme as preferências pessoais de cada casal.

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